O que o ginecologista precisa saber para encaminhar pacientes inférteis?

Mesmo que você não queira conduzir casos de infertilidade é muito importante ter conhecimentos básicos sobre anamnese, exame físico e exames complementares. Imagine se você orientar a sua paciente para continuar tentando engravidar sem ser avaliada adequadamente e ela apresentasse um pólipo endocervical causador da infertilidade e outro colega referência reprodução humana retirasse este pólipo e a paciente venha a engravidar na sequência. Esta paciente poderia ficar bem chateada com você pelo tempo desperdiçado, gastos financeiros desnecessários se você tivesse resolvido e por achar que você não deu a devida importância para ela. Portanto, mesmo para encaminhar você tem que realizar uma consulta ginecológica de qualidade.  Outras situações mais graves: o ginecologista orienta para ir tentando porque ainda é nova (não tem 35 anos) sem avaliação da reserva ovariana, mas na realidade ela já tem poucos óvulos; prescrever citrato de clomifeno e liberar o coito sem controle ultrassonográfico, a paciente poderá ter uma complicação grave que é a gestação múltipla com nascimento de prematura que venha desenvolver sequelas. Ainda hoje, tem ginecologista que solicita teste pós-coito que há muitos anos já foi abandonado. Hoje com as mídias sociais é muito rápida a divulgação da boa e da má fama, principalmente em cidades menores.

Assim, é muito importante que o ginecologista tenha conhecimentos atualizados e práticos sobre infertilidade para encaminhar pacientes ou tomar condutas simples em reprodução humana.  Isto é conseguido com cursos bem estruturados de curta duração. Depois, encaminha para sua equipe de referência para que você receba a paciente gravida ou para você fazer os outros procedimentos ginecológicos.

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